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    31/07/2009

    Não compre teclado a preço de banana

    Tava eu feliz no PC na quarta-feira a tarde, quando de repente... putz. O mouse parou de funcionar parcialmente.

    Como é parar de funcionar parcialmente? Simples: a seta do mouse subia e descia, mas não ia mais pros lados! T____T

    Fui ontem à St. Ifigênia comprar um mouse novo, e aproveitei pra comprar um teclado também (os botões do antigo já estão emperrando). Custaram R$35, uma pechincha.

    O mouse óptico e o teclado são pretos enquanto o gabinete e o monitor são brancos. Mas enfim, mero detalhe... ficou parecendo um dálmata, ou melhor, a Ísis! xD

    Fiquei PUTO da vida quando fui testar em casa... o teclado tá com defeito! Se eu teclo o /, o 7, o 8 ou o 9, começa a sair a barra desenfreadamente.

    Assim:
    9////////////////////////////////////8/////////////78/////////////////////////////

    Sim, ria da minha desgraça! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Daqui a pouco vou tomar banho pra ir lá trocar. Pelo menos, fiz um doce que a Pan me ensinou! ^^
    Interessados pela receita, falem comigo. HUAUHAUHAUHA

    Mudando de assunto, terminei de ler o livro O Inquisidor, de Valerio Evangelisti. É muito FODA! Definitivamente um ótimo livro!!!

    Vou colocar aqui um texto que trata do assunto:

    No distante ano de 1352, um jovem padre dominicano é indicado para o cargo de inquisidor-geral de Aragão, um reino ainda não recuperado de uma recente epidemia de peste negra e assolado por aparições misteriosas de cadáveres de duas cabeças. Num futuro remoto, uma nave espacial movida pela força de partículas psíquicas viaja a um planeta aparentemente longínquo para uma missão no mínimo obscura. No tempo presente, um aspirante a cientista busca espaço para comprovar uma tese que pode revolucionar as bases da ciência moderna.

    O Inquisidor não é uma novela história convencional. Afinal, foi escrita por Valerio Evangelisti, um dos mais inventivos autores da nova geração da literatura italiana. Em suas mãos, a história de Nicolau Eymerich, um padre dominicano que realmente existiu, ganha elementos de ficção científica, fantasia e thriller político. Entre jogos de intrigas e inimigos sempre próximos, a missão de Eymerich é destruir um culto ancestral, que põe em risco a hegemonia da Igreja Católica.

    Em três planos temporais distintos, mas ainda intimamente ligados, desenvolve-se uma trama em que paganismo, física quântica e fundamentalismo religioso se misturam, constituindo um verdadeiro quebra-cabeça a ser montado pelo jovem inquisidor.


    Foda, né? Recomendo a quem ler esse post: LEIA esse livro. Eu gostei muito! E falando em livro... hoje a noite ou amanhã cedo postarei o terceiro capítulo da minha história. \o/

    28/07/2009

    Crônicas de Nárnia na biblioteca pública *-*

    Ontem, as 16h20, fui "correndo" à biblioteca pública daqui de casa. Era até ontem que tinha que devolver a biografia de Galileu e Os Saqueadores de Lain Lawrence. Cheguei lá aliviado, pois a biblioteca ainda não tinha fechado... rs

    Entreguei os livros e perguntei se dava tempo de pegar mais algum, e dava.

    Percorrendo rapidamente entre as estantes, peguei quase que aleatoriamente um livro chamado O Inquisidor, de Valerio Evangelisti. Li rapidamente a sinopse e me interessei. Depois, percorrendo dentre a estante dos livros mais famosos, encontro o que não esperava encontrar: O Sobrinho do Mago (Crônicas de Nárnia), de C.S. Lewis! Não tive dúvidas: eu iria leva-los pra casa!

    Após chegar em casa e conversar com a Rafinha no msn, reparei que o O Sobrinho do Mago era coincidentemente a primeira aventura da série! Isso que chamo de sorte! u.u

    Comecei a ler as 21h20 e terminei por volta da meia noite... a leitura é muito gostosa, o livro é fenomenal em suas 159 páginas. Não esperava algo melhor. Estou ansioso para ler o segundo livro que é o primeiro filme! ^^

    E claro, lerei de novo depois de ler O Inquisidor!

    Ah... hoje à tarde vou na casa da Pan... ela me chamou pra assistir uns filmes! ^^

    27/07/2009

    O Paraíso das Asas, Pt. 2

    O PESCADOR
    Saímos da igreja. Andrei convencera mais dois amigos a irem conosco pescar, mas eles apareceriam no local combinado somente à tarde. Fomos com a velha charrete ao O Pescador, onde podíamos alugar barcos, varas de pesca com iscas e outros itens, como baldes, e caixas de cerveja. Outros amigos de meu pai nos esperavam logo na entrada.

    - Que rapagão o Amadeu, hein? Desse jeito vai ter que fugir das meninas! -, brincou Robert para meu pai; ele o conhecera na juventude, quando serviam a Marinha. Meu pai foi marinheiro, mas mesmo assim, o mar ainda o fascinara em seus quase cinquenta anos.

    Haviam outros conhecidos, mas não sabia seus nomes apesar de conhecê-los por tantos anos. Todos nós nos reuníamos no O Pescador todo fim de mês.

    Alugamos tudo que nos era necessário e logo estávamos no mesmo bote que costumávamos navegar.

    O rio era extenso, tanto no comprimento como na largura; o São Joaquim nascia nos distantes vales e morria na baía Granada.

    A essa altura, o tempo estava fechando, mas mesmo assim, não demos atenção ao alerta da natureza. Utilizamos os remos para ficarmos em um ponto estratégico, mais precisamente, bem no meio do rio. Os outros botes pareciam distantes.

    Conforme as horas prosseguiam, íamos fisgando muitos peixes. Não importa se pescaríamos vários, pois dividiríamos a pesca com nossos vizinhos.

    Começou a ventar. E o rio, sereno que faz jus ao nome de santo, começou a agitar-se. Demorou para percebermos que a corrente estava nos arrastando rio abaixo, para o mar.

    Trovoadas surgiam com tanta violência como sumiam. E em questão de segundos, estávamos encharcados com a tempestade. Os outros barcos haviam sumido.

    - Vamos voltar!!! – disse meu pai, eufórico.

    - Vamos logo! – concordei subitamente.

    Mas era tarde demais. Quatro remos não eram páreos para a força das águas.